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O papel dos pastores do médico aborteiro Dr. Georg PDF Imprimir E-mail
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Escrito por Dave Welch
Qui, 11 de Junho de 2009 10:36
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George Tiller

U
ma manchete que você não lerá na grande mídia é “Dr. Morte se encontra com a morte” — mas isso descreve o fim da vida do Dr. George Tiller com muita precisão.
O assassinato dele é trágico de diversas maneiras, começando com uma vida criada por Deus que se desperdiçou na destruição da vida. O sangue nas mãos dele clamava por justiça que só se poderia legalmente aplicar por meio das autoridades civis e que só dava para aliviar eternamente por meio do sangue derramado por seus pecados na Cruz. Nada disso se tornou realidade para Tiller.

O primeiro elemento dessa tragédia é que diferente de assassinos seriais que “ilegalmente” eliminaram vidas inocentes, Tiller “legalmente” cometia o que Deus chama de assassinato contra bebês que já estavam em condições de viver fora do ventre. Ele fazia operações de aborto dentro dos limites legais definidos por cinco juízes da Suprema Corte dos EUA em 1973 e que ainda estão em vigor.

Esses juízes e todos os cidadãos que votaram em políticos que nomearam juízes como eles, assim como quem apóia “o direito de abortar”, são igualmente culpados de cumplicidade no assassinato de dezenas de milhões de crianças indefesas. Tiller foi um oportunista que lucrava imensamente com uma indústria que nasceu de leis malignas propagadas por governantes malignos escolhidos por cidadãos que rejeitaram a autoridade de Deus e o desígnio da vida.

O próximo ponto crítico no fim brutal desse médico que fez milhões despedaçando bebês membro por membro é a localização de sua partida deste mundo. A freqüência de tiros em igrejas aumentou à medida que a estrutura moral da nação está se desmoronando e a reverência pelo santuário da igreja está também se desmoronando. Tiller deveria ter enfrentado a justiça por meio do devido processo, em vez de nas mãos de um pistoleiro solitário que violou as leis do homem e de Deus tomando-as nas próprias mãos.

Não se pode perder a incrível ironia disso, porém, que o aborteiro mais conhecido dos EUA foi morto a tiros numa igreja onde, conforme noticiou o jornal New York Times, Tiller “havia freqüentado… por longo tempo, disseram, e havia contribuído de forma significativa para a construção do atual prédio, que foi construído por volta de 1996”.

Tiller era porteiro, membro antigo e um dos maiores contribuintes financeiros da Igreja Luterana da Reforma. A igreja que ele freqüentava não escapou da atenção dos ativistas pró-vida, conforme observou um artigo de Fox News:

“… Fazia muitos anos que ele freqüentava aqui. O fato é que nos acostumamos a isso. Era algo normal. Nós o víamos e dizíamos: ‘Aí está ele de novo na igreja’”.


Tenho de fazer a pergunta que atinge bem no centro de grande parte de nossa condição espiritual, social, moral e política hoje. O que é que ensinavam a ele nessa igreja? É óbvio que Tiller se sentia à vontade nessa igreja, e é evidente que a liderança pastoral se sentia à vontade com ele.

Numa analogia que poderá trazer algumas críticas, suponha que um chefe de tráfico de drogas ou gigolô freqüentasse essa igreja e desse contribuições substanciais? Será que ele teria status e receberia agradecimentos por sua generosidade que ao que tudo indica gozava Tiller? Aqueles outros podem estar fazendo as coisas fora dos limites das leis humanas, enquanto Tiller estava dentro. Contudo, todos estão igualmente fora das leis de Deus.

Vivemos numa época hoje em que o poder de Deus não existe em muitas igrejas — possivelmente, na maioria — porque rejeitamos a autoridade das Escrituras, ou, como acontece predominantemente nas igrejas evangélicas, nosso foco é muito mais “confortar os aflitos” do que “afligir os que estão confortáveis”. Deveríamos fazer ambas as coisas.

Quer seja um aborteiro que deveria ter sido conduzido a uma convicção de seus pecados por meio de uma apresentação clara das verdades bíblicas, quer seja um homem ou mulher “vivendo junto” enquanto são membros ativos da sua igreja, quer sejam líderes evangélicos se divorciando — reconheçamos: há câncer no Corpo de Cristo.

Exatamente como esse pastor irá responder diante de Deus por pastorear Tiller, todos os pastores deverão dar contas pelo chamado e dom de administração espiritual sobre seus respectivos rebanhos. Será que estamos fazendo discípulos ou estamos criando cristãos que se sentem confortáveis com o mal?
A passagem de Mateus 28:18-20 conhecida como a Grande Comissão não nos manda encher estádios, expandir nossos prédios ou aumentar nosso orçamento — ou nos adaptarmos ao mundo. Manda-nos três coisas:

  1. Fazer discípulos nas nações — discípulos são “alunos”;
  2. Batizar em nome do Pai, Filho e Espírito Santo — o renascimento espiritual é prioridade;
  3. Ensiná-los a observar tudo o que Ele mandou — Todos os quatro elementos são essenciais:
  • — Ensinar — transmitir com integridade o texto e o contexto
  • — Tudo — Não deixar nada de fora entre Gêneses e Apocalipse
  • — Ele — Jesus estava envolvido na preparação de todas as Escrituras
  • — Mandou — Se queremos os “benefícios”, temos de seguir “O Caminho”.

Alguma pessoa razoável duvida que se George Tiller tivesse se tornado discípulo (como no estupendo testemunho da ex-aborteira Carol Everett relatado em seu livro “Blood Money: Getting Rich Off a Woman’s Right to Choose”), ele teria seguido o mandamento de Jesus de “vá e não peques mais”?

A transformação de Carol, que abandonou a morte para abraçar a vida, produziu seus novos “frutos” por meio do Grupo Heidi, que está ajudando mulheres e defendendo a vida. O testemunho dela é um total contraste com a “assistência e consolo” que Tiller recebia de seus pastores que se recusam a pregar ousadamente a Palavra da verdade e deixar o Espírito Santo fazer Sua obra de operar convicção e arrependimento.

Vamos orar, nos arrepender e então direcionar nossos púlpitos Àquele que nos deu vida. Vamos temer a Ele, em vez de homens. E vamos fazer discípulos que escolham vida.

Fonte: WND / Julio Severo




 
Discutindo (1 posts)
Re:O papel dos pastores do médico aborteiro Dr. Georg
Jun 11 2009 13:49:13
O fato mais intrigante é o comportamento "passivo" e abortivo ao evangelho em que os membros e principalmente a liderança desta igreja tinha. Como aceitar isso no corpo da igreja?
“… Fazia muitos anos que ele freqüentava aqui. O fato é que nos acostumamos a isso. Era algo normal. Nós o víamos e dizíamos: ‘Aí está ele de novo na igreja’”.A mente dos membros, provavelmente já cauterizadas pela heresia, aceitavam isso normalmente e tendem aceitar, como milhares de igrejas, a mundanização na "Igreja de Cristo".

Não foi mencionado no artigo, e talvez algumas pessoas não saibam, mas este homem foi assassinado durante um culto luterano, em 31 de maio, no estado do Kansas, um homem de 51 anos disparou um tiro contra o médico. Apesar da polícia americana não ter informado o nome do suspeito, a agência de notícias, Associated Press, afirma que se trata de Scott P. Roeder, militante de um grupo político extremista.
O movimento pró-aborto imediatamente associou o suspeito a militância pró-vida. O que não deixa de ser curioso, uma vez que, diferentemente dos abortistas, os pró-vida não matam para resolver seus problemas…
"Obamaborto" adiantou-se em denunciar que o assassinato teve relação com os ânimos pró-vida e pró-aborto, mas sem mencionar “terrorismo”:Sinto-me ultrajado e agredido pelo assassinato do Dr. George Tiller quando assistia a um serviço religioso esta manhã. Nem as mais profundas diferenças entre os americanos por assuntos como o aborto podem ser resolvidos por actos repugnantes de violência.

Por mais que esse povo tente, as portas do inferno não prevalecerão contra a igreja de JESUS.

A imagem é chocante, mas vou mostrar, para terem idéia da crueldade deste homem.


Dr. George Tiller, tinha 67 anos; um dos poucos médicos americanos que realizavam aborto após a 21ª semana de gestação – quando o feto já tem condições de sobreviver fora do útero, é o primeiro assassinato de um abortista nos últimos dez anos.
Acredita-se que o serial killer foi responsável pelo assassinato de 60.000 crianças por nascer. Desde 1975 o serviço de aborto era oferecido por Tiller.
#3280

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